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Labels: ciberjornalismo, citizen-journalism, TEJ - 2º Ano
O Diário digital tem a particularidade de ser um jornal que existe simplesmente em forma digital. A nível de design, é um website bem organizado e com publicidade delimitada em certas zonas para não desviar a atenção do utilizador. Não é propriamente criativo, mas as cores (azul claro, branco e preto) conjugam-se na perfeição e dão-lhe um carácter sério, mas, ao mesmo tempo, de alguma maneira, informal, criando uma maior empatia com os cibernautas.
Quanto à usabilidade, os menus são acessíveis, sem flyouts, e, na parte inferior da main page, expõe as últimas notícias de cada secção (e sub-secções): mundo, política, sociedade, economia, desporto, cultura, multimédia e música. A acessibilidade é, então, facilitada. O utilizador tem, ainda, a possibilidade de pesquisar artigos antigos por temas. O DD apresenta também três canais distintos: o dinheirodigital, o discodigital e superelite, com várias sínteses de notícias que vão correndo nas caixas correspondentes.
Relativamente à multimedialidade, o Diário Digital é muito fraco. Não dispõe de vídeos, slideshows, audio slideshows, infografias digitais, entre outros. Visto ser um jornal apenas virtual, talvez devesse apostar mais nesta área. Fica-se, assim, por texto, hipertexto, imagens estáticas e aspectos relacionados com a interação entre o cibernauta e o website em questão.
Em relação à interactividade, já ganha mais pontos. Permite tornar a página na homepage do utilizador, por exemplo. É um website que aposta muito nas utilidades como: saber as previsões meteorológicas, farmácias disponíveis, bolsa, trânsito, programação televisiva, uma agenda do dia em várias áreas, e uma actualização diária dos Decretos e Portarias, ou seja, um diário da República. O cibernauta pode interagir com o DD e, deste modo, actualizar-se constantemente através de RSS feeds, SMS’s, WAP/PDA, Ticker Notícias (para o qual é preciso fazer o download), Newsletters, E-diário, Chat e Webmail. Dá a oportunidade para votar em temas que são regularmente actualizados através duma sondagem. Há, ainda, um espaço de crónica, numa secção designada: Opinião Digital. Cada notícia pode ser enviada por e-mail a um amigo ou imprimida, menos opções que na maioria dos jornais em plataforma digital. Por fim, há uma divisão de passatempos, que marca novamente uma grande interactividade. Tudo isto se relaciona com a multimedialidade, como já referi.
Quanto à hipertextualidade, existem links de notícias alojadas no próprio website relacionadas com a notícia em questão, mas, de resto, não se baseia muito no hipertexto. Os artigos são simplesmente textos e o hipertexto é separado, com ligações internas a outras notícias já abordadas pelo Diário Digital.
Labels: ciberjornalismo, TEJ - 2º Ano
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Esta vocalista de referência nasceu no ano de 1960, a 12 de Novembro. É do signo escorpião, apresentando, assim, uma espécie de personalidade dupla. Durante a sua adolescência, Hanna costumava ir a concertos de punk e reggae, o que alimentou o seu interesse pela música.
Tudo começou quando no liceu fez um trabalho sobre sexismo e, rapidamente, a administração da escola retirou o seu projecto da exposição. Esta censura foi uma das grandes frustrações de Kathleen e incentivou-a a intervir de forma explícita através de uma forma artística: a música. Tornou-se, deste modo, activista, orientada por princípios de igualdade de sexos e justiça. Hanna resistiu, principalmente no início, a insultos, humilhações, ridicularizações que a tentavam desencorajar e que vinham de todas as direcções.
Ainda no princípio da sua carreira na música, colaborou em revistas feministas como “Revolution Girl Style Now” e “Riot Grrrl”, nas quais pouco participou por estar constantemente fora do país, em digressão. Inteligente, determinada, idealista, honesta e sincera, manteve-se sempre bem humorada apesar das adversidades da vida.
Kathleen Hanna afirma-se feminista, sem receios de mostrar como é, sem mudar a sua maneira de ser por causa da sociedade, e não se conforma com certos padrões sociais. Acima de tudo, é crítica e não tem qualquer problema em dar a sua própria opinião. Rompendo com preconceitos machistas, principalmente no mundo da música, Kathleen assume uma posição inovadora: aceita, assim, as diferenças entre cada pessoa, porque acha que ninguém deve ser igual a ninguém e impulsiona as mulheres a serem mais activistas. Nos concertos de Bikini Kill, os homens eram “convidados” a afastar-se do palco, enquanto as mulheres eram chamadas à frente, onde recebiam zines e letras das músicas (bastante interventivas), enquanto a banda destilava toda a sua energia. Davam também à audiência feminina a possibilidade de se apoderarem do microfone para discutir questões que afectavam as mulheres, como o abuso sexual. A banda Bikini Kill deu inúmeros concertos memoráveis. Por exemplo, em 1992 a banda fez uma excursão pela costa leste, voou até o Hawaii para o Dia Internacional da Mulher, deu vários espectáculos em Washington DC, incluindo alguns beneficentes a favor da Pro-Choice (organização que luta pela legalização do aborto), que coincidiram com uma grande marcha que decorria em Washington para lutar pela causa. Sem dúvida, foi um grupo que chocou com as normas comerciais da indústria musical, isto porque o seu intuito não era vender a sua imagem e som, mas sim passar uma mensagem feminista de fortalecimento num cenário dominado por homens. A música deste movimento denominado Riot Grrl transmite, ainda hoje, honra, respeito e união.
Fontes:
Labels: TEJ - 1º Ano

O Festival de Artes Performativas destaca realidades artísticas mais experimentais no Porto
Por Sara Santos Silva
A cidade Invicta será palco do 1ºTrama-Festival de Artes Performativas, uma iniciativa que pretende reunir uma grande variedade de formas de representação: música, dança, desenho digital, vídeo, entre outras. O festival irá decorrer nos dias 1, 2 e 3 de Abril em diversos espaços culturais espalhados pelo Porto, como Auditório de Serralves, Casa da Música, Rivoli, Maus Hábitos e até mesmo a Praça D. João I e uma estação de metro.
O evento que dará início ao festival será a performance de dança "Estratégias de Colisão", de Joclécio Azevedo, no espaço Maus Hábitos, às 14:00. O festival não se esqueceu da presença portuguesa e, por isso mesmo, grande parte dos eventos correspondem a estreias nacionais. No mesmo dia, o coro masculino Mieskuoro Huutajat, da Finlândia, actua na Praça D.João I, ao qual se seguirá, também na baixa portuense, o espectáculo de spoken word de Risie Dennis, da Austrália.
O segundo dia será marcado por três momentos distintos em Serralves: a representação da peça Class 76, pelos ingleses Third Angel, às 17:30; o espectáculo Slow Down, de Martine Pisani; e o concerto por eRikM, um dos mais importantes "turntablists" experimentais da actualidade.
Mike Patton, um dos músicos mais aclamados hoje em dia pela sua originalidade e criatividade, estará presente com o grupo X-Ecutioners com quem gravou, no ano passado, o cd General Patton vs X-Ecutioners. Deste modo, o terceiro dia será marcado por este concerto, na Casa da Música, que atrairá fãs de bandas tão distintas, embora todas projectos deste artista, como Faith No More, Mr. Bungle, Fantômas e Tomahawk.
São, assim, mais de 20 propostas arrojadas dispersas pela cidade que prometem assegurar uma tranversalidade de públicos que unificarão a cultura do Porto.
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Labels: TEJ - 1º Ano
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